Acordei com a luz suave da manhã filtrando pelas cortinas. O lado da cama de Alessandro estava vazio, mas ouvi movimento no closet. As paredes de vidro fumê permitiam ver tudo com clareza: ele vestia apenas a calça social preta, cinto aberto, torso nu coberto de tatuagens. Caveiras, serpentes, punhais, letras góticas que desciam pelos braços e costas largas.Fiquei imóvel, prendendo a respiração. Queria admirar cada linha de tinta, cada músculo que se movia enquanto ele pegava uma camisa branca de botões. Os ombros fortes, a cintura estreita, as histórias gravadas na pele… Era hipnotizante.Ele vestiu a camisa e começou a abotoar. Desviei o olhar rapidamente, me deitei d
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