Sasha Eu sabia que estava brincando com fogo no momento em que puxei a toalha dele, mas não parei. Não quis parar. A reação foi imediata, como se aquele gesto tivesse sido o empurrão final para algo que já estava prestes a acontecer. O corpo dele tensionou sob o meu toque, a respiração mudando, mais pesada, mais instável, como se o controle que ele vinha sustentando estivesse se desfazendo pouco a pouco. — Você gosta de provocar… — ele murmurou, a voz mais baixa, mais carregada. Não respondi com palavras. Aproximei-me mais, reduzindo completamente a distância entre nós, deixando que o contato falasse por mim. A mão dele foi direto para o meu cabelo, firme, guiando cada movimento, impondo ritmo, presença, domínio. Não havia espaço para dúvida ali. — Assim… — ele disse, quase entre os dentes. — Desse jeito. Aquilo só me incentivou. A respiração dele perdeu o ritmo, irregular, e eu percebi exatamente o momento em que ele começou a ceder. A mão apertou mais forte, puxando, control
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