MILLIE THOMPSONA porta principal se abriu para um saguão que exalava luxo e um bom gosto inegável. Assim que pisei no interior da casa, me desvencilhei do toque de Kael, sentindo o álcool ainda me deixar solta e corajosa. Meus olhos vagaram pela sala de forma rápida. Tudo ali parecia muito valioso. — Você é rico? — perguntei, virando-me para ele com as sobrancelhas erguidas, impressionada com a ostentação discreta, mas inegável, do lugar. Kael encostou a porta principal, trancando-nos do lado de dentro. — Isso importa para você, Millie? Dei uma risadinha, balançando a cabeça de forma despreocupada. — Não faz nenhuma diferença para mim — afirmei, dando um passo lento na direção dele. — Já que isso é casual. O sorriso de lado dele voltou, estava claro que Kael era um cafajeste, mas era um cafajeste irresistível. Em duas passadas largas, ele cruzou o espaço entre nós. Kael me puxou pela cintura e colou os nossos corpos. Em um único movimento, ele me levantou do chão com facilida
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