MILLIE THOMPSON Quando os lábios dele colidiram contra os meus, minha mente gritou desesperadamente para que eu o empurrasse, mas o meu corpo traidor, fez exatamente o oposto. Ele se rendeu. A boca de Kael era faminta, exigente e deliciosa. Ele não pediu permissão para nada. Ele tomou os meus lábios com uma dominância que me deixou completamente sem fôlego logo no primeiro instante. A língua dele deslizou contra a minha, explorando a minha boca com uma intimidade que me teletransportou diretamente para a madrugada em que estivemos entrelaçados nus nos lençóis da casa dele. Ele invadiu meus sentidos e desligou minha razão. Minhas mãos, que estavam rigidamente presas, se moveram por conta própria, agarrando ele, puxando-o ainda mais contra mim. Eu queria mais. O meu corpo inteiro ansiava por mais. Satisfeito com a minha rendição, Kael soltou um murmúrio rouco, um gemido baixo que deu resultados na minha calcinha. Ele soltou a borda da mesa e suas mãos agarraram minha cintura com for
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