(...)HugoEstava sentado na poltrona, olhando pela aquela vidraçaria do apartamento, o sol de Dallas se pondo, acreditando estar sozinho, até ouvir o som da porta se abrindo e fechando. Desviei o olhar, encontrando com Ricardo. Ele se aproximou, sentando na poltrona ao lado, até o momento, não estranhei, Lorenzo o considerava com seu braço direito.— Uma bela vista, não é senhor Hugo? Pena que as dívidas que o senhor acumulou, não combinam com essa paz. — Eu não sei do que você está falando.— Lorenzo acha que você é apenas um velho viúvo, triste e doente, mas eu tenho registros. O senhor com esse vicío em jogos, por isso nunca teve nada, a sua filha sabe disso? — O que você quer? — Senti meu coração acelerado, Liza não precisa saber disso. Ricardo tirou um pequeno dispositivo do bolso, um pen drive e um leitor de cartões.— Lorenzo é paranóico, mas ele confia em você. Amanhã, quando ele levar Liza
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