Philip Caldwell – NarrandoEntrei na ambulância com ela, sem pedir permissão. Segurei sua mão, sentindo o pulso fraco, quase imperceptível. O sangue ainda escorria de um corte na testa dela, e seus lábios estavam pálidos, quase azuis.—Selena, você não pode ir embora. — Sussurrei, sentindo as lágrimas caindo. —Você não pode. Eu preciso de você. As crianças precisam de você. A Alice precisa de você. Todos precisam de você.Ela não respondeu.—Senhor, preciso que o senhor se afaste. — O paramédico pediu, comna voz firme. —Vamos fazer tudo o que pudermos por ela.Me afastei o suficiente para dar espaço, mas não soltei a mão dela. Não conseguia..Era como se, se eu soltasse, ela fosse desaparecer para sempre.—Selena, aguente mais num pouco. — Implorei, sentindo meu peito se dilacerar. —Por favor. Por mim!A ambulância parou em frente ao hospital, e a equipe médica correu para tirá-la da maca. Eu a segui, entrando no hospital atrás dela.—Sala de cirurgia! — Um dos médicos gritou, aonsa
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