Philip Caldwell – Narrando
Entrei na ambulância com ela, sem pedir permissão.
Segurei sua mão, sentindo o pulso fraco, quase imperceptível. O sangue ainda escorria de um corte na testa dela, e seus lábios estavam pálidos, quase azuis.
—Selena, você não pode ir embora. — Sussurrei, sentindo as lágrimas caindo. —Você não pode. Eu preciso de você. As crianças precisam de você. A Alice precisa de você. Todos precisam de você.
Ela não respondeu.
—Senhor, preciso que o senhor se afaste. — O paramédi