Selena – Narrando.
O brilho veio do assoalho do carro.
Uma pequena chapa de metal.
Um chaveiro com um nome estranho, que parecia ter caído do bolso de alguém. – Outra das vítimas, quem sabe?
Minha mão se moveu antes mesmo que meu cérebro pudesse processar; foi por puro instinto de sobrevivência.
Peguei o pequeno objeto do chão e com as mãos trêmulas, enfiei na ignição.
A peça era mais fina que o bocal, mas eu não podia desistir assim, tão rápido.
—VAI. VAI! – Eu gritava, fazendo minha própria t