Os dias seguintes foram uma verdadeira lua de mel.No escritório, sempre que tinha uma chance, Dante puxava Lorena para um canto e a beijava não beijos rápidos, apressados, mas beijos profundos, urgentes, como se cada vez pudesse ser a última. Ela ria, fingia reclamar, mas sempre retribuía.As coisas estavam intensas no trabalho. O lançamento do produto se aproximava, e a equipe trabalhava em ritmo de guerra. Mas, entre uma reunião e outra, entre um código e outro, eles encontravam tempo.Seja no corredor vazio, seja na sala de café, seja no escritório dele com a porta trancada.O amor, depois de oito anos esperando, não queria mais esperar.Naquela noite, já passava das oito quando Helena apareceu.O escritório de Dante estava mais vazio do que o normal, a maioria da equipe já tinha ido embora, exausta. Lorena revisava documentos na mesa ao lado, e Dante digitava algo no computador, a expressão concentrada.- Pessoal - Helena disse, entrando sem bater. - Estou aqui para salvá-los des
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