O ar na ala leste do palácio estava pesado, impregnado com o perfume suave de lavanda, enquanto o som rítmico dos berços em balanço criava uma atmosfera reconfortante. — Zara, com seu olhar terno e maternal, segurava um dos bebês no colo, sentindo a fragilidade da vida em suas mãos, sua respiração calma contrastando com a inquietação que se formava na sala. O tecido delicado do cobertor que envolvia a criança parecia mais um símbolo de esperança em meio à turbulência que se aproximava, quando, de repente, a porta se abriu abruptamente. — Ferida, envolta em sua capa que parecia — desgrenhada pela pressa, entrou, seus passos ecoando com uma urgência alarmante que fez o coração de Zara disparar. — Zara, precisamos conversar, não podemos esperar, essa conversa precisa ser agora — anunciou Ferida, seu olhar penetrante fixado diretamente nos olhos de Zara. — A intensidade de sua expressão transmitia a gravidade da situação que permeia as palavras proferidas. Como um trazendo
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