— Mãe! Mãe! — chamo repetidamente, dando leves tapinhas em seu rosto e a abanando com uma de suas revistas de receitas, tentando acordá-la. Aos poucos, ela parece voltar a consciência. — Ai, graças à Deus! — respiro aliviada. — Mãe, fica sentada, respira. — continuo a abandando, enquanto ela parece recobrar a consciência.— Filha, olha a carne para mim, se não, vai queimar. — me levanto e mexo a carne que ainda tem bastante caldo e está longe de secar. Me certifico de que nada está grudando no fundo, abaixo o fogo e volto a me sentar perto de minha mãe e a abaná-la.— Fica tranquila, mãe, ainda precisa cozinhar um pouco. — ela acena positivamente, puxa o ar com força e pega a revista da minha mão, colocando ela sobre a mesa. — Agora, explique-se muito bem, que história é essa de namorar um vampiro? Está maluca? — eu pensei em negar, mas, na verdade, a pergunta nem me ofendeu, acho que estou realmente louca, aconteceu tanta coisa em poucos dias que ainda nem processei tudo como devia.
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