— Me dar o quê? — faço uma careta. — O Osculum Animae, o beijo da alma, é quase magia. Através de um beijo, partilho com você um pouco da minha condição de vampiro, você teria uma pequena parcela da minha força, velocidade e, o que é mais importante, eu sentirei caso esteja em perigo e vou conseguir te encontrar onde quer que esteja. — deito a cabeça, analisando seu rosto. — E eu, não tenho que te dar nada em troca? — O que partilharia comigo da sua condição humana em nada me afetaria. — Hm. — solto um grunhido, mostrando que compreendi. Olho em volta, caminhando um pouco e pensando, afinal, porque eu me afastaria? Nunca me fez tão bem estar com alguém, ele é gentil, atencioso, e eu o conheço há anos e ele esperou por mim por tanto tempo. Ele espera em silêncio, provavelmente com medo de me pressionar, ele é bem cavalheiro nessa parte. Sendo honesta, não quero me sentir indefesa como estive hoje nunca mais, estando juntos, a possibilidade de ficar a mercê de qualquer outro v
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