Luna sentiu as lágrimas pinçarem seus olhos, mas era um choro de pura gratidão. Ela se abaixou rapidamente para ficar na altura de Oliver, recebendo o buquê vibrante de margaridas e girassóis. — Oh, Oliver! É o buquê mais lindo do mundo! — ela exclamou, abraçando o menino com força, sem se importar se as flores amassariam um pouco. — Muito obrigada, meu amor. Eu não poderia pedir um começo de dia melhor. Ela olhou em volta, vendo Margaret com os olhos marejados e Martin assentindo com um sorriso respeitoso. — Obrigada a todos vocês... de verdade. Eu nem sei o que dizer. Vocês tornaram esse dia, que sempre foi um pouco solitário para mim, no momento mais especial da minha vida. Sebastian, que observava a cena com uma serenidade, deu um passo à frente. Ele estendeu o buquê imponente de rosas brancas e lavandas, cujas hastes estavam presas por uma fita de cetim prateada. Luna o pegou, sentindo o roçar dos dedos dele nos seus, um choque elétrico de conforto e desejo. — Eu é que sou
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