O nome dele flutuou no ar, fazendo o sangue de Sebastian congelar instantaneamente nas veias. Ele parou abruptamente, ainda com Luna nos braços, a poucos passos da entrada da mansão. O sorriso audacioso desapareceu, substituído por uma expressão de choque tão profunda que ele parecia ter se transformado em uma estátua de gelo. Seus músculos ficaram rígidos, e ele não se moveu, não respirou, nem sequer ousou desviar os olhos da porta à sua frente. Luna por outro lado, se virou assim que ouviu o nome de Sebastian. Ela vira aquele rosto pouquíssimas vezes e em fotos, mas ainda assim, ela não teve muita dificuldade em reconhecer. O tempo pareceu se fragmentar em mil pedaços de gelo. Luna sentiu os braços de Sebastian perderem a força e, mecanicamente, ele a colocou no chão. Seus pés tocaram o mármore da varanda, mas ela mal sentia o próprio corpo; seus olhos estavam fixos na figura que emergia da penumbra do jardim de Chelsea. Sebastian começou a se virar. O movimento foi lento, quase
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