No convés do navio, o tempo pareceu dilatar. Alessandro, acuado e com a sanidade estilhaçada, percebeu que não haveria fuga. Em um último ato de maldade pura, ele apertou o cano da arma contra a têmpora de Loren.— Se eu não saio daqui, ninguém sai! — ele gritou, o dedo tensionando no gatilho.Dante, cujas mãos estavam presas pelos capangas, viu a morte nos olhos de Alessandro. Com um rugido que não era de um soldado, mas de um homem que encontrara algo por que viver, ele usou toda a força do seu treinamento. Ele girou o corpo, deslocando o próprio ombro para se livrar da pegada do primeiro capanga, e se lançou como um projétil humano entre a arma de Alessandro e o rosto de Loren.O som do disparo rasgou a no
Leer más