O sol de domingo entrava generoso pelas janelas do apartamento, trazendo aquele clima preguiçoso e acolhedor. Exatamente às onze e meia da manhã, a campainha tocou.Zoe correu para abrir a porta, com um sorriso que Henry, ou melhor, Lucca, já considerava o ponto alto do seu dia.Ao ver Lucca parado ali, com um semblante leve, ela não conteve a alegria.— Lucca! Que bom que você veio!Ela exclamou, puxando-o para dentro.— Eu não perderia por nada.Ele respondeu, dando um beijo ne Zoe, da porta ele já sentindo o perfume de tempero caseiro que já dominava o ambiente.Zoe o conduziu pela mão até a sala de jantar, onde uma senhora de olhar gentil terminava de arrumar a mesa.— Mãe, este é o Lucca. Lucca, esta é a dona Laura minha mãe.Henry deu um passo à frente, exibindo a polidez que anos de etiquetas na alta sociedade lhe deram, mas com a simplicidade que o disfarce exigia. Ele apertou a mão de Laura com um sorriso encantador.— É um prazer enorme conhecê-la, dona Laura. Agora eu enten
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