Quando chegaram ao parque, ainda no alto sobre as copas das árvores, Eliot e Uriel abriram o saco enquanto Marcel controlava os drones através de um tablet, o ar noturno carregado do cheiro de terra úmida e folhagem densa, o silêncio quebrado apenas pelo farfalhar das folhas e o canto esporádico de corujas, criando uma atmosfera de expectativa opressiva, como se o parque inteiro prendesse a respiração. As pequenas máquinas desceram, controladas por Marcel, fazendo uma varredura pelas árvores. Eliot havia riscado o olho de Érebo nas lentes com pó de ônix e chá de folhas de murta, assim podiam ver o que se escondia nas sombras, formas etéreas piscando na tela como fantasmas relutantes. Uriel se aproximou de Eliot e disse, sua voz baixa carregada de uma urgência tensa:- Quando o encontrarmos, usaremos a runa Vor'Khan para contê-lo em um único lugar, onde atacaremos.Eliot concordou, e Marcel manteve os olhos dourados, como os dos irmãos, fixos na tela do tablet, observando cada sombra
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