Antes de ir para a cozinha como o pai lhe havia instruído, Eiva encarou Isabella e trocou um olhar sério com Mercedes, que piscou um olho para ela, uma cumplicidade afetuosa pulsando entre elas como um laço invisível. Eiva olhou novamente para Isabella e apertou a mão do pai, que apenas observava tudo, com o emocional abalado profundamente por conta da cena que havia acabado de presenciar, como se cada detalhe da cena reavivasse sombras de seu passado turbulento. Quando Eiva finalmente foi para a cozinha, Mercedes foi logo atrás, mas não sem antes lançar um olhar discreto para Eliot, um olhar que ele conhecia bem, carregado de significados não ditos, uma mistura de aprovação cautelosa e advertência sutil que intensificava sua inquietude interna, como se o silêncio entre eles fosse um abismo de preocupações compartilhadas. Ele atravessou a sala e apertou a mão de Isabella, que estava fria, denunciando seu nervosismo, o contato enviando uma faísca de empatia sombria por ele, seguida pe
Ler mais