267. CONTINUAÇÃO
De repente, a porta abre-se violentamente. Fabrizio aparece, mas não vem sozinho. Atrás dele, como uma procissão macabra, os homens trazem nos seus braços o filho de Gema, e o seu neto com a esposa e filhos, todos em estado de sopor induzido. Os seus corpos movem-se mecanicamente, os olhos vítreos e ausentes. Atrás deles, Alonso, com um saco que entrega ao avô.—Aqui tens, avô —diz Alonso, olhando com raiva para Gema—. Arranca-lhe todo o poder que ela pensa ter. O avô não fala. Os seus olhos são frios como o gelo. Perante o olhar aterrorizado de Gema, pega na adaga de obsidiana que as Janare acreditam ser sagrada e capaz de extrair o seu poder. Gema, pela primeira vez, mostra verdadeiro terror. Os seus olhos abrem-se de par em par, o medo substituindo a arrogância que demonstrara até agora.—Não, não, não o fa&ccedi
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