272. COMPREENDENDO DILETTA
DANTE: Percebi que os pedidos e a típica conversa de amor não eram o que movia a minha dama, tudo o contrário. Precisava levá-la comigo a todo o lado, fazer com que vivesse estas emoções, mostrar-lhe que ao meu lado não seria a típica dona de casa, mas a minha companheira, a minha igual. — Confia em mim, Diletta, eu irei proteger-te — e atrevi-me a apertar uma das suas mãos, que ela retirou. — Desculpa. Não farei nada que não queiras, só queria que deixasses de tremer. — Estou bem — foi a sua resposta fria e, para a minha surpresa, acrescentou. — Confio em ti, és um bom líder. Mas não esperes mais de mim. Não respondi, embora o seu rejeição me magoasse mais do que imaginava. Murmurei um "desculpa" apenas audível para ela e voltei a olhar para a frente enquant
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