253. CONVERSAÇÃO COM O AVÔ
FABRIZIO: Nesse dia, como o atual chefe dos Garibaldi e terceiro integrante vivo com o nome herdado da família, “Fabrizio”, dirigi-me à propriedade onde o meu avô costumava passar os dias. No caminho, convenci o meu pai, Fabrizio César, a me acompanhar. Estava decidido a desvendar toda a história familiar e seu emaranhado com as recém-descobertas bruxas Janare. Algo na história que Vittorio contou dizia-me que vinha de muito atrás, e não de agora. Ao chegar, deparámo-nos com uma cena que não esperávamos: a minha avó, amarrada a uma cadeira, enquanto o meu avô brincava nervosamente com uma das suas pistolas de ouro, uma relíquia da família, entre as mãos. — Pai, que diabos achas que estás a fazer? — exclamou o meu pai, correndo para libertar a sua mãe. Um disparo certeiro do avô nos pés dele o deteve em seco. — Avô — disse eu calmamente, aproximando-me lentamente dele —. O que seja, podemos resolver. Por que tens a avó nessa situ
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