242. A CELA DO AVÔ
Olhei imediatamente e percebi que, de fato, encontramos as masmorras que o avô mencionou. Decidi seguir meu instinto. À medida que avançávamos, iluminando cada cela com nossas lanternas, o fedor se intensificava, misturando-se com a umidade e o mofo que impregnavam o ar. Era um cheiro de morte, de sofrimento, de séculos de histórias encerradas nessas paredes. De repente, parei abruptamente, meus olhos fixos na parede de uma das celas. Lembrei do que Fabrizio me dissera sobre as marcas da nossa família; era algo em que o avô nos treinou. Ele deixava sinais que aos olhos de outros não significavam nada, mas aos nossos diziam muitas coisas. E agora mesmo eu estava observando um deles: ali, gravado na parede de uma das celas, havia um símbolo que somente os Garibaldi conhecíamos. Um círculo com um triângulo no seu interior, cercado por três pontos. Era o selo da nossa fa
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