Na sala da mansão D’Avila, o ar estava pesado, saturado pelo medo. Quando Nathan entrou, acompanhado de Marina, a gravidade da situação tornou-se palpável. Nathan, com os olhos marejados, caminhou em direção a Erick, buscando confortar o sobrinho de consideração.— Erick... Como vocês estão? Eu sinto muito — Nathan disse, abraçando-o.Erick gelou, o instinto de proteção sobre o segredo que mantinha com Victória falou mais alto, mesmo em meio ao caos, ele olhou para a morena ao seu lado e depois para o tio.— Eu sou o Luan, tio — mentiu, a voz saindo em um sussurro rouco, tentando preservar a única estrutura que ainda mantinha de pé na vida de Victória.— Oh, eu sempre me confundo com essa semelhança — Nathan forçou um pequeno riso triste, sem desconfiar da troca.Victória, tentando ser gentil e participativa em um momento de tanta tensão, sorriu para Nathan. — Acho que é comum isso acontecer. Mais cedo, no restaurante, eu encontrei o Erick com a Priscila e pensei que estava sendo tr
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