O pânico era uma descarga elétrica nos nervos de Daniel, enquanto, começava a recolher as taças de vinho e a garrafa aberta com uma agilidade frenética.Vanessa, embora irritada, percebeu a gravidade da situação. O plano de vingança, o motivo pelo qual ambos estavam ali, corria o risco de virar fumaça antes mesmo da primeira batalha. Ela se levantou em um salto, ajudando-o a esconder qualquer vestígio de presença feminina no loft. Daniel chutou os sapatos dela para dentro do armário, enquanto ela ajeitava as almofadas do sofá.— Já pensou se ela sobe e me vê aqui? — Vanessa sussurrou, a voz carregada de uma malícia perigosa enquanto se dirigia à porta.— Ela não vai ver. Agora vá! — Ele a empurrou suavemente pelo corredor.Antes de cruzar o batente, Vanessa parou abruptamente com um sorriso de escárnio, e o puxou pela nuca, selando seus lábios em um beijo quente, urgente e possessivo, como se marcasse território na boca do homem que, em poucos minutos, estaria fingindo devoção a outra
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