Alan Espero na sala da casa de Maia, com o ódio bombeando em minhas veias. Quando Caio aparece, estende a mão para me cumprimentar com educação. Em seguida, faz um gesto para que eu o siga. Ando pelo corredor atrás dele e, assim que entramos em seu escritório, ele fecha a porta atrás de mim. Caio se senta e aponta para a cadeira à sua frente. O macho ainda está visivelmente pálido, e seu andar demonstra que não se recuperou completamente. — Como vai sua recuperação, Caio? — Bem, dentro do possível. E o seu rosto? Caio me conhece desde menino. Sempre foi educado. — E sua irmã? Por onde anda? — Não está mais saindo de casa. Eu sinto muito pelo que ela fez com você, Alan. Sei que não posso reparar algo tão grave, mas, se houver qualquer coisa que eu possa fazer por sua família... — Há, sim. Arranque a cabeça da sua irmã. Caio parece perder o ar. — Alan... ela é minha única parente viva. Você sabe disso. — Ontem, um fogo de magia atingiu a divisa do nosso território. Nenhum dos
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