Alina Ficamos ali parados, observando o sol surgir no horizonte. Quando ele se levantou, segurei a mão de Mateo e o conduzi até meu quarto. Ao nos aproximarmos da cama, parei e o encarei em silêncio. Ele me olhava de perto, como se pudesse ler todos os meus anseios. Sem pressa, me deu um beijo leve, como quem aguardava minha reação. O gosto dele era bom, e seu cheiro… inebriante. — Certeza que não está usando seus poderes agora? Ele sorriu e respondeu aprofundando o beijo, sua língua encontrando a minha com mais intensidade. Me aproximei ainda mais, sentindo o corpo dele colado ao meu, a tensão crescendo entre nós. A mão dele subiu até minha nuca, prendendo meus cabelos com firmeza, num gesto possessivo que fez meu corpo reagir na mesma hora. Um suspiro escapou de mim quando o puxei ainda mais para perto, como se não houvesse distância suficiente entre nós. As mãos dele desceram para minha cintura, me encaixando contra si, enquanto deixava beijos molhados pelo meu pescoço
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