Clara Bennett:Eu estava deitada com ele, quando a boca de Thomas encontrou a minha novamente, faminta. O beijo veio úmido, profundo, e quando percebi, já estávamos nos despindo como se não tivéssemos mais tempo a perder. Sua mão segurava firme minha nuca, enquanto a outra percorria minha cintura e apertava minhas coxas, me guiando para cima do seu corpo.— Hoje, você vai sentir tudo de mim, Clara — ele murmurou contra minha boca, a voz grave, arrastada.Ele me virou e quando percebi já estávamos encaixados em 69. Minha boca na altura do seu pau rígido, latejando, e o rosto dele mergulhado entre minhas pernas, sua língua já deslizando direto no ponto mais sensível.Prendi os dedos na base do seu membro, a pele quente, grossa e dura. Passei a língua lenta da base até a ponta, sentindo o gosto salgado que já escapava. Ele gemeu contra meu clitóris, e a vibração fez minhas pernas tremerem.— Engole — ele ordenou, empurrando o quadril contra minha boca.Obedeci, deslizando-o fundo até a g
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