Clara Bennett:Thomas não diminuiu o ritmo. Cada impulso dele dentro de mim era calculado, intenso, possuidor. Sentia-me completamente entregue, vulnerável, mas ao mesmo tempo consumida por uma necessidade insana de mais. A dor inicial cedeu lugar a um prazer avassalador, cada contração minha envolvendo-o ainda mais, fazendo-o gemer rouco e profundo.— Clara… — ele murmurava meu nome entre gemidos — você me pertence. Só minha.Suas mãos seguravam firmes minhas coxas, apertando-me, trazendo-me mais perto do corpo dele a cada movimento. Meu peito subia e descia descontrolado, a respiração quente, entrecortada, e eu podia sentir cada músculo dele tenso, cada veia pulsando contra a minha pele. A intensidade do momento era quase insuportável, mas impossível de resistir.Thomas inclinou-se sobre mim, beijando meu pescoço, mordendo, sugando, enquanto continuava a me penetrar com um ritmo devagar, meticuloso. Queria que eu sentisse cada pedaço dele, que me entregasse por completo à sensação d
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