Eu não queria, não conseguia tirar meus olhos do monstro que estava na minha frente. Do monstro que levou um sonho, que levou minha vida, que levou meu filho.Ela me olhava com um certo deboche no olhar, e a única reação que tive foi ir para cima dela, tentando acertá-la com chutes e socos.Mas meu corpo é segurado, não sei por quem, e minha garganta arde com as palavras presas nela.— Por quê? Por que você fez isso? Por que levou meu filho de mim? Como você teve coragem de fazer isso? Você é um monstro!— Sabe... eu queria mesmo era que você também tivesse morrido. Os dois, não só o bastardinho.Quando ela chama meu filho de bastardo, vou novamente para cima dela, só que dessa vez ninguém me segura.Acerto um soco no meio do nariz dela e o sangue espirra em mim.Meu corpo entra em alerta e começa a agir por si só. Acerto socos e chutes em qualquer parte do corpo dela. Ela estava sentada e amarrada, e mesmo assim eu não me importava por parecer covarde.Ela foi covarde por tirar a vid
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