A sala de estar, mergulhada em uma penumbra densa e cortada apenas pelo brilho pálido da lua que filtrava pelas persianas, tornou-se o cenário de uma explosão sensorial. Elena continuava no colo de Hunter, mas a delicadeza do contato inicial havia sido varrida por uma urgência febril. As mãos dele, largas e firmes, passeavam pelo corpo dela com uma fome contida há tempos, enquanto os beijos se tornavam cada vez mais profundos e necessitados. Hunter deslizou as mãos pela cintura fina de Elena, sentindo o calor da pele sob o tecido, e subiu devagar, deslizando os dedos por dentro do vestido. No momento em que percebeu que ela estava sem sutiã, um sorriso predatório surgiu em seus lábios. Seus dedos encontraram a maciez dos seios dela e, ao apertá-los com uma possessividade bruta, um gemido rouco escapou dos lábios de Elena, reverberando diretamente no peito de Hunter. Ele desceu os beijos para o pescoço dela, trilhando um caminho de fogo até o ombro, enquanto suas mãos habilidosas bai
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