(POV: Alexandre)Este escritório, o coração do Drummonds Bank, agora era meu. As paredes de vidro, que um dia foram o símbolo do poder do meu pai, agora eram as minhas. Mas, em vez de poder, eu sentia as paredes se fechando. A cidade lá fora continuava a se mover, indiferente ao fato de que meu mundo havia parado.As horas se arrastavam. Cada minuto de silêncio era um grito. Eric estava ao meu lado, uma presença silenciosa e sólida, coordenando as equipes de busca com uma calma que eu invejava naquele momento. Eu, por outro lado, era um poço de fúria contida, o curativo em minha mão um lembrete patético da minha impotência.Eu havia falhado. Eu a trouxe para a meu mundo e, no primeiro teste, falhei em protegê-la.Então, meu celular vibrou sobre a mesa. Uma única mensagem.O tempo pareceu desacelerar, de forma agonizante. Eric me olhou. Caminhei até a mesa como se estivesse andando sobre vidro. Minhas mãos tremiam. Eu, que nunca tremi diante de nada, estava tremendo.Abri a mensagem.A
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