— Achei que você tinha coisas mais importantes pra resolver. Conseguiu? Com a sua mulher? O cenho dele franziu no mesmo segundo. — Eu não tenho mulher, quem te disse isso? Um sorriso cínico escapou de mim, involuntário. — Até parece. Vê se me erra, cafajeste, e volta pra ela. Porque eu não sou do tipo que fica com homem casado. Fui até a porta, determinada a abrir e dar um basta naquela palhaçada, mas antes mesmo que tocasse a maçaneta, ele me segurou firme, me empurrando contra a porta ainda fechada. Meu coração deu um salto. O corpo dele tão perto que eu podia sentir o calor atravessando a toalha fina. Os olhos dele queimaram os meus quando ele falou, firme, inabalável: — Ótimo. Porque não tem ninguém casado aqui. Ele me prensou contra a porta com tanta firmeza que minhas pernas tremeram. Tentei empurrá-lo, a toalha mal presa em meu corpo escorregando pelo atrito. — Me solta, seu cafajeste! cuspi as palavras com raiva, tentando não demonstrar o que meu corpo
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