Depois de finalmente me livrar da Karina, fiquei parado no meio da sala, segurando aquelas folhas cor de rosa ridículas. Que merda. Passei a mão pelo rosto, tentando processar o desastre que eu tinha acabado de causar. As palavras da Isabela ainda ecoavam na minha cabeça: "Eu não estou à venda." Claro que ela não está, seu imbecil. A porta se abriu e Márcio entrou, as mãos nos bolsos, um sorriso sacana no rosto. Ele olhou pra mim, depois pros papéis na minha mão, e soltou um assobio baixo. — Pela sua cara, a conversa foi péssima.
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