DUDA NARRANDO:Ele deu um passo à frente, com os olhos cheios de fúria, a mão levantada como se estivesse pronto para me golpear. — Escuta aqui, sua vagabunda, você não vai me xingar de corno! Num reflexo rápido, puxei a pistola da minha bolsa, engatilhando sem hesitar. — Vai fazer o quê, seu corno? Acha que eu sou uma dessas mulheres indefesas que você grita e ofende? Mais um passo, e eu atiro.Os olhos dele se estreitaram, desafiando-me. — Atira, sua puta. Eu não tenho medo de você ou daquela sua família de merda.Foi a gota d'água. Mirei na clavícula dele e puxei o gatilho, o corpo dele recuou com o impacto, um grito de dor rasgando o ar.— Você deveria ter medo, Renan, — gritei. — E nunca mais fale da minha família, seu bastardo. Você sim é um merda!"— Porra! Sua louca! Você atirou em mim! — Ele apertava a mão contra a ferida, com o rosto contorcido de dor. — Você me machucou, caralho!— A próxima bala vai ser na sua cabeça, seu desgraçado. Além de corno, você acha que pode
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