LIAM MERCEREu a desci da parede e a empurrei suavemente contra o grande sofá de couro claro no centro da sala. Ela caiu de costas nas almofadas, os cabelos escuros espalhados como uma auréola de pura luxúria, os olhos castanhos dilatados, escuros e implorando por mim no meio da penumbra. Eu me livrei do que restava das minhas roupas molhadas com movimentos rápidos e agressivos. O som da chuva lá fora continuava implacável, mas tudo o que eu conseguia ouvir era a respiração ofegante dela e o bater ensurdecedor do meu próprio coração. Eu me posicionei sobre ela, cobrindo o corpo esguio e perfeito dela com a minha estrutura pesada e larga. A fricção da nossa pele quente foi como um choque elétrico. Ela ergueu os quadris, convidando me, exigindo que eu preenchesse o vazio que a separação nos causou. Quando nós finalmente nos unimos, um gemido longo, rouco e dolorido escapou dos meus lábios, misturando se com o grito abafado dela. O impacto da intimidade, a sensação de estar dentro da
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