GRACE REED O rosto de Agatha ficou pálido e depois vermelho como um tomate. A vaidade dela, a obsessão que ela cultivou por anos na Europa, havia acabado de ser pisoteada sem piedade. Ela deu um passo à frente, os punhos cerrados, os dentes trincados, pronta para pular em cima de mim e me arranhar. — Você não sabe do que está falando! Ele me amava! Nós éramos como fogo! — ela berrou, a voz esganiçada e histérica, a compostura sofisticada voando pelos ares. — Se ele te amava tanto, por que você precisou contratar capangas no submundo e me dopar para tentar chamar a atenção dele? — questionei implacavelmente. — Você é patética, Agatha. Você não é uma rainha tomando o trono de volta. Você é uma lunática desesperada implorando pelas sobras de um homem que sente nojo de você. — Cale a boca! Cale a sua maldita boca! — Agatha gritou, levantando a mão e dando um tapa no ar, a pura frustração a consumindo. Ela estava respirando de forma ofegante, completamente desequilibrada e emocionalme
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