GRACE REEDEla já não vestia roupas de grife ou vestidos decotados. Usava uma jaqueta tática escura, calças pretas justas e botas de couro, mas os cabelos loiros continuavam perfeitamente alinhados, e a maquiagem no rosto estava impecável. A mulher rica, de aparência arrogante e sofisticada, parecia agora um demônio ensandecido. Ela olhava para mim, encolhida no chão sujo com um bebê nos braços, e um sorriso doentio, frio e vitorioso curvava os lábios pintados de vermelho dela. — Boa noite, bela adormecida — Agatha debochou, a voz aveludada pingando veneno puro. Ela cruzou os braços sobre o peito, saboreando a minha miséria. — Ou talvez eu devesse dizer bom dia? Já perdemos a noção do tempo. Você apagou por muitas horas. Confesso que o sedativo que os meus homens usaram era tão forte que, em alguns momentos, achei que você não fosse acordar. Teria sido um favor para nós duas e pouparia o meu tempo, mas eu prefiro que você esteja acordada para ver o que vai acontecer. Apertei Victori
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