Ponto de Vista de André Depois da conversa com a Vanessa, algo dentro de mim mudou, a esperança… voltou. Ela estava ali. Não era coisa da minha cabeça. E mais do que isso — de alguma forma, mesmo sem lembrar, Samantha estava voltando para mim. E dessa vez… eu não podia errar. Naquela noite, não consegui dormir. Fiquei entre lembranças nossas e pensamentos sobre como me aproximar dela sem ser invasivo, sem forçar nada… sem causar outro trauma. Já de madrugada, uma ideia surgiu, colocá-la para trabalhar com algo que fosse familiar exatamente como da primeira vez, revisão de contratos. Mas o financeiro já não cuidava mais disso. Então… jurídico. Fazia sentido. Redigi um e-mail detalhando tudo: função, atividades, adaptação. Salvei como rascunho. Não dava para mandar um e-mail para o RH às 3h22 da manhã. Com o plano traçado, finalmente consegui dormir. Sonhei com ela, nos momentos nossos. Reais… vivos… intensos. Acordei com o coração apertado — saudade, medo… e uma dúvida
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