A menina apertou o urso contra o peito, seu pequeno abraço refletindo um desejo de segurança e conforto, enquanto virou o rosto, desviando os olhos para evitar o olhar compreensivo de Isabella. — Com uma voz suave e quase inaudível, respondeu: — Mamãe… a palavra saiu como um reflexo, uma resposta carregada de saudade e anseio, como se cada símbolo estivesse impregnado das memórias de dias passados. Isabella inclinou-se levemente para a frente, mas cuidadosamente manteve a distância necessária para não invadir o espaço frágil da criança. A sua voz doce e gentil ecoou na sala, quase como um sussurro reconfortante: — Tudo bem, a mamãe é muito importante, não é? A criança assentiu com a cabeça, seus olhos marejados de lágrimas, revelando não apenas tristeza, mas a profunda complexidade de seus sentimentos, como um mar revolto com ondas à flor da pele.Então, fazendo uma pausa para dar tempo à reflexão, Isabella continuou com gentileza, suas palavras escolhidas com cuidado: — E você… t
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