Anthony Ela não tinha pressa. Rosângela trabalhava com uma maestria que me levava ao limite da sanidade. Eu sentia a língua dela percorrendo toda a extensão, subindo e descendo com uma pressão perfeita, enquanto o calor da sua boca contrastava com o ar fresco da sala. O som molhado de cada movimento dela era a música mais pecaminosa que eu já tinha ouvido.Meus dedos, agindo por puro instinto, mergulharam nos cabelos dela, puxando levemente, sentindo a maciez dos fios enquanto ela se aprofundava mais, sem desviar os olhos dos meus quando eu os abria por breves segundos. Os lábios dela já estavam totalmente brilhantes, melados pela minha própria lubrificação, criando uma visão que me fazia querer explodir.— Meu Deus, pimentinha... — minha voz saiu como um rosnado baixo, rouco de puro prazer.Aproximei minha mão da nuca dela, guiando o ritmo com suavidade, mas com a firmeza de quem estava perdendo o controle. Inclinei meu corpo para frente, aproximando meu rosto do ouvido dela, enq
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