— Eu não sou sua empregada. Se quiser, chame você. Virei as costas para Luciana, e ela me puxou pelo ombro com tanta força que me desequilibrei. Caí sobre ela, e, quando estava tentando me levantar, ela agarrou os meus cabelos e empurrou meu rosto para o chão. — Rasteja, sua puta. Estávamos as duas no chão, e eu não pretendia apanhar calada, mas, antes que conseguisse me mover, Luciana começou a gritar tão desesperada que até eu me assustei.Os empregados foram os primeiros a chegar, depois Clara, que pulou nas minhas costas e começou a me bater. — Larga a minha mamãe! O peso da minha princesinha, juntado ao desespero de Clara, me fez tentar protegê-la daquilo. Não queria que, mesmo por acidente, ela acabasse machucada.Virei o corpo e tentei abra
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