ELISA RIVER.Não podia acreditar que ele era sonâmbulo. Eu nunca poderia imaginar isso de Victor.Ele subiu em cima de mim e começou a me beijar. Pensei em lhe empurrar para longe. Mas lembrei das histórias — não pode acordar um sonâmbulo, nunca acordar, pode causar pânico, confusão. Então resolvi, me sacrificar pelo bem dele e deixar ser beijada.Eu também não estava mais pensando direito, pois meu corpo traía qualquer lógica: os mamilos endureceram sob a blusa fina, roçando no tecido como se implorassem por um toque, e entre as pernas, um vazio pulsante pedia para ser preenchido.Ele se aproximou ainda mais, o peito largo e quente colando em mim, os lábios roçando meu pescoço num beijo úmido, preguiçoso. A barba por fazer arranhou minha pele sensível, enviando arrepios elétricos pela nuca, descendo até a base da espinha. — Victor? —, sussurrei, a voz rouca de desejo. Estávamos entrando numa zona perigosa de desejo. E nada, ele ainda estava dormindo.Era só mais um beijo, pensei. En
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