Na manhã seguinte, quando Isabela acordou, Karine já havia ido embora.Ao descer, encontrou Wallace orientando os empregados a arrumar as malas.Isabela não tinha muita coisa na mansão da família Pereira, mas, no dia em que voltara, Wallace havia trazido vários pertences dela. Agora, a mansão estava em seu nome. Mesmo assim, depois que fosse embora daquela vez, ela não pretendia pisar ali de novo.Sérgio estava sentado na sala, de terno preto, com um cigarro entre os dedos. O olhar permanecia baixo, carregado, e o semblante sério dava a impressão de que ele estava preso a algum pensamento distante.Ao se lembrar do que ele lhe dissera no dia anterior, Isabela sentiu um aperto no peito.Ao ouvir seus passos, Sérgio virou a cabeça.— Acordou? Não precisa se apressar. Se for necessário, podemos pegar um voo mais tarde.— Eu só acordei mesmo. Não estou com pressa. — Respondeu Isabela.Na noite anterior, por causa da conversa com Karine, ela praticamente não dormira. Passara a madrugada ent
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