O Santuário Antigo desmoronava lentamente, como se resistisse a desaparecer por completo. Pedras enormes rachavam e caíam ao redor, símbolos antigos se apagando um a um, enquanto a energia residual do ritual colapsado ainda vibrava no ar. O silêncio que se seguiu à explosão não era paz — era expectativa.Alex segurava Luiza com força, ajoelhado no chão instável, protegendo-a com o próprio corpo. O vínculo da alcateia pulsava dentro dele como um coração coletivo, confuso, assustado, mas atento.— Respira… fica comigo — ele murmurava, a testa colada à dela.Luiza abriu os olhos devagar. O rubi em sua mão brilhava com uma luz estável, quente, diferente de tudo que já havia sido antes. Não queimava. Não alertava. Apenas existia.— Eu estou aqui — respondeu ela, a voz fraca, mas firme.Ela levou a mão ao ventre, sentindo o bebê se mexer com suavidade, como se estivesse tranquilizando-a.Ao redor deles, os membros da alcateia se aproximavam cautelosos. Alguns traziam ferimentos, outros carr
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