Juliana Bezerra Eu sentia o Léo tremer por inteiro, os músculos do abdômen dele saltando a cada arquejo, enquanto eu mantinha o controle absoluto daquela Cobrona que pulsava desesperada na minha boca.Eu sabia que ele estava no limite, mas eu não queria facilitar.Aumentei a pressão, alternando sucções profundas com movimentos rápidos da minha mão na base, garantindo que ele não tivesse um segundo de descanso. Minha língua trabalhava frenética, lambendo toda a extensão, subindo até o topo e descendo novamente até as bolas, que eu apertava de leve, sentindo o peso do prazer acumulado dele.— Eu não... eu não vou aguentar... — Léo sibilou, a voz saindo como um rosnado suplicante.Ele tentou segurar meu rosto, os dedos se enterrando no meu cabelo, mas eu não parei. Pelo contrário, intensifiquei o ritmo. Eu queria que ele sentisse cada terminação nervosa implodindo. A Cobrona estava tão rígida, tão quente, que parecia que ia quebrar a qualquer momento.De repente, senti o corpo dele
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