Havia um silêncio pesado entre eles, um silêncio de luto, Griffin olhava para Anthony de olhos arregalados, o semblante que antes mostrava apenas cansaço agora carregava surpresa, preocupação e uma raiva crescente. — Meu Deus… — murmurou. Maria, que permanecia na sala, andava de um lado a outro, chorando baixo, apertando as mãos contra o peito como se quisesse conter a dor que escapava. — Anthony, meu menino… — disse em tom sofrido. — Eu estou bem, Maria, não se preocupe comigo — ele respondeu, embora a voz saísse mais perigosa do que pretendia. Griffin puxou o ar com força. — Não acredito que tiveram coragem de fazer isso… Anthony balançou a cabeça, o olhar distante. — Entende agora? Eu não podia arriscar, pai… você, Layla, Tyler, Maria… quando recebi aquelas fotos, eu… A frase morreu ali. Ele fechou os olhos com força, respirando fundo, precisava se manter de pé, precisava manter o controle. Passou a mão pelo rosto e soltou o ar devagar, para tentar
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