No dia seguinte, pela manhã, Layla estava longe de estar calma, mas já não chorava tanto. Tyler quis dormir na casa do pai, e ela não se opôs, pois não queria que seu filho visse a mãe naquele estado. Depois do café da manhã, ela criou coragem e foi buscar o menino, aproveitaria o momento para tentar conversar com Anthony mais uma vez. Ela tocou a campainha e, segundos depois, Maria abriu. — Layla — falou em tom de susto. — Tudo bem? — Oi, Maria! Sim, eu vim buscar o Tyler, Anthony está? Gostaria de falar com ele. Maria engoliu em seco, como se estivesse nervosa, por fim, suspirou e olhou para Layla com o que pareceu ser pena. — Eu vou buscar o Tyler, espere aqui. — Por quê? Não sou mais bem-vinda? — Layla indagou. — Tão rápido assim? Maria balançou a cabeça em negação. — Não, minha querida, você sempre será bem-vinda, é só que… — ela pausou, com o semblante triste. — Entre, você vai acabar descobrindo mesmo, melhor que seja hoje. Layla achou estranho aqu
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