— Oi.— Você está bem?— Estou. Só... uma dorzinha de barriga.Falei rápido, sem pensar. Ele arqueou uma sobrancelha, e eu senti as bochechas queimarem.— Dor de barriga?— É. Coisa de mulher, nada demais.Ele sorriu, um sorriso que dizia que ele não acreditava, mas que não ia perguntar.— Não precisa ficar com vergonha, meu amor. É normal.— Eu sei.— Por que você saiu mais cedo?— Terminei o que tinha que fazer e resolvi vir. E você, por que está aqui?— Esqueci uns documentos no escritório de casa e vi o seu carro na garagem… quis vir te dar um beijo. Ele me olhou nos olhos, e eu desviei. Sabia que ele perceberia qualquer coisa só pelo meu olhar.— Vou usar o banheiro — ele disse, passando por mim.— Tá.Ele entrou e fechou a porta atrás de si.Fiquei ali, encarando a madeira, sentindo o coração bater na garganta. O teste estava escondido entre as toalhas. Ele não ia procurar, não tinha motivo, né?!Suspirei, passei a mão no rosto, e fui até a cama. Sentei na ponta, com as mãos
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