Minhas mãos encontraram o cinto, desfazendo a fivela com uma urgência que me surpreendeu. O couro rangeu, e eu puxei a calça dele para baixo junto com a cueca, num movimento só. O seu membro saltou livre, duro, pulsando… tão perto de mim que eu podia sentir o calor.Olhei para baixo, depois para cima, encontrando seus olhos escuros.— Você está assim por minha causa? — perguntei, com um sorriso provocador.— Por sua causa, só por sua causa.Agarrei seu membro com a mão, sentindo a textura, o peso, o pulsar sob meus dedos. Ele gemeu, um som rouco, gutural, que vibrou no seu peito e ecoou no meu. Apertei com mais força, e a sua mão cobriu a minha, apertando junto, guiando o ritmo.— Assim — ele sussurrou, com a testa apoiada na minha.Beijei ele. Mordendo o seu lábio inferior e ele respondeu com um gemido que se perdeu na minha boca.Sua boca desceu, beijou meu queixo, meu pescoço, a curva do ombro. Chupou a pele ali, deixando uma marca roxa e desceu mais, passando pelos meus sei
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