Beijou meu pescoço, meu colo, a parte superior dos meus seios. Com cuidado, afastou as alças da minha camisola e a puxou para baixo, revelando minha pele aos poucos.Ele parou por um momento, apenas me olhando. Seus olhos percorreram meu rosto, meus ombros, meus seios, e finalmente pousaram na cicatriz ainda rosada no meu abdômen. Ele tocou a borda do curativo com a ponta dos dedos, com uma leveza que me fez suspirar.— Você é tão linda — ele sussurrou. — Mesmo com isso. Principalmente com essa cicatriz... É a prova de que você é forte. De que você sobreviveu.Ele se inclinou e beijou a cicatriz por cima do curativo. O gesto foi tão terno, tão reverente, que senti meu coração bater ainda mais forte.— Relaxa — ele pediu, subindo para me beijar na boca. — Me avisa se sentir qualquer dor, tá? Qualquer coisa.Assenti, sem conseguir falar. Ele desceu de volta, beijando meu ventre, minhas coxas, a parte interna dos meus joelhos. Cada toque era uma promessa, cada beijo uma declaração
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